Saiba como evitar acidentes com a taturana oblíqua

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lagarta - Saiba como evitar acidentes com a taturana oblíqua

Pela primeira vez a Vigilância Ambiental registrou no Distrito Federal a presença da lagarta da espécie Lonomia obliqua, também conhecida como taturana oblíqua.



Colônias do animal foram identificados recentemente em duas
residências no Lago Sul, uma em Brazlândia, duas no Park Way e duas no
Lago Norte.




Devido ao veneno produzido por essa espécie, que pode ocasionar
sangramentos e até mesmo o óbito, a Secretaria de Saúde faz algumas
orientações para a população evitar contatos acidentais.




“Ao encontrar estas e outras lagartas, é importante contatar a Dival
para recolhimento de amostra, identificação e auxílio no controle. A
ideia é que população nos contate para saber se o tipo de lagarta
encontrada oferece risco ou não”, informa o biólogo da Vigilância
Ambiental Israel Martins.




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Segundo ele, o reconhecimento desta espécie não é difícil, pois ela
apresenta características bem específicas. “É recoberta por cerdas
(espinhos) cuja forma lembra pequenas ‘árvores de natal’, espinhos estes
que contém veneno; apresentam coloração geralmente esverdeada; e mancha
branca na forma da letra“U”, informa.




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A Secretaria de Saúde conta com atendimento por telefone para
orientações em caso de acidentes por meio do Centro de Informações
Toxicológicas (Ciatox), que funciona 24h no telefone 99288 9358.




Para inspeção, a Dival pode ser contatada no telefone 99287 6635 e nos e-mails dir.dival@saude.df.gov.br, gevac.dival@saude.df.gov.br e gevapac.dival@gmail.com.



SORO – A rede de saúde está abastecida com o soro
anti-lonomia, sendo o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) referência
para ministrar o medicamento.




Em caso de contato acidental com a lagarta Lonomia obliqua, procurar uma unidade de saúde mais próxima para saber sobre a necessidade de uso do soro.



“Quando acontecer o acidente a pessoa pode procurar qualquer unidade
de saúde, que os profissionais entram em contato com o Hran para pedir o
soro”, afirma o subsecretário de Vigilância à Saúde, Marcus Quito.


 Leandro Cipriano, da Agência Saúde

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