Eleição também é coisa de criança

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Já imaginou personagens do folclore brasileiro e o tema eleição
juntos no mesmo projeto? Sim, isso é possível no programa Inclusão
Social desde a Infância, onde os jovens debatem temas como eleição,
cidadania e assuntos atuais da sociedade por meio de personagens da
cultura popular do nosso país. E, nesta quarta-feira (20), foi o grande
dia de votação para estudantes da Escola Classe 308 Sul.

 

A atividade, voltada para alunos que estejam nas
séries iniciais, é desenvolvida dentro do programa Eleitor do Futuro.
São 70 escolas da rede pública do DF participando desse trabalho
desenvolvido por uma colaboração entre a Secretaria de Educação do DF e o
Tribunal Regional Eleitoral do DF desde 2006.




Vitória Régia, Curupira, Iara/Sereia, Negrinho do Pastoreio e Saci
Pererê são os cinco representantes da literatura candidatos a eleição
nas escolas do DF. Cada um deles tem as suas propostas e planos de
governo debatidos entre as crianças durante alguns meses até que chegue o
tão esperado momento da votação.




Campanha CLDF
“A ideia é aproveitar os personagens para
conscientizar as crianças da importância do voto e usar temas das
propostas deles de maneira didática e lúdica. Essas figuras do folclore
são associadas ao debate de questões sociais de extrema importância,
como uso consciente da água, relação do homem com o meio ambiente, papel
da mulher na sociedade, respeito às diferenças e inclusão social dos
deficientes”, comenta a coordenadora da Escola Classe 308 Sul, Janaína
de Noronha.




A estudante Cássia Maria, de 11 anos, passou pela
capacitação no tribunal e foi mesária na eleição da EC 308 Sul. “Eu
adorei participar desse programa porque percebi o quanto podemos
contribuir para a cidadania desde cedo. Eu até já conversei com minha
família que eles devem analisar com muito cuidado os candidatos  para
votar na pessoa certa”, afirma.




Outra aluna da EC 308 Sul, Gabriela Ferreira, 10
anos, contou que a experiência da votação e os debates das propostas
foram muito enriquecedores. “Eu observei atentamente as propostas e vi
muitas coisas da história do país aqui na escola. Antes as mulheres nem
mesmo podiam votar e isso era muito ruim”, ressalta Gabriela.




Os estudantes eleitores do futuro têm um titulo de
eleitor e a votação ocorre em uma urna oficial eletrônica. Tudo simula a
realidade da votação, desde a capacitação dos mesários, fiscais e
presidentes das seções eleitorais, até o procedimento da votação com o
comprovante.

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