Trânsito da Esplanada será alterado nesta quarta-feira para manifestações

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Após uma reunião nessa segunda-feira (2/4), a Secretaria da Segurança
Pública e da Paz Social do Distrito Federal (SSP/DF) e as forças de
segurança do DF, além de representantes dos diversos movimentos
populares, definiram as condições para realização dos atos públicos e quais serão os procedimentos de segurança adotados. Com isso, as vias S1 e N1, no Eixo Monumental, ficarão fechadas a partir de meia-noite de quarta-feira (4/4).

 Os órgãos de segurança pública farão a divisão do público no canteiro
central da Esplanada, desde a altura da Catedral até o limite com a
Alameda dos Estados. Serão utilizadas duas fileiras de grades vazadas da
Polícia Militar. No espaço entre elas, policiais militares ficarão
posicionados a fim de evitar contato entre os dois lados.

Segundo a SSP/DF, os organizadores dos movimentos sociais estimam
que o evento deva reunir cerca de 20 mil pessoas. Do lado norte, voltado
para a via N1, ficará o grupo a favor da aprovação do habeas corpus
preventivo do ex-presidente da República. 

Do
lado oposto, próximo à via S1, ficará o grupo contrário à aprovação. Em
cada lado serão permitidos até três carros de som devidamente
cadastrados. Os organizadores deverão ainda enviar à SSP/DF cópia dos
documentos dos veículos e da carteira de habilitação dos motoristas com
antecedência.

Será proibida a entrada de fogos
de artifício, sprays, bonecos infláveis grandes e produtos inflamáveis.
Haverá linhas de revista da Polícia Militar antes da entrada ao gramado,
próximo à Catedral.

Os dois lados da Esplanada
dos Ministérios ficarão interditados para veículos, da altura da
Catedral até o Balão do Presidente, na via L4 Sul. O fechamento será
feito pela Polícia Militar, a partir de meia-noite, e só após a
dispersão total do público as pistas serão liberadas.

As
principais alternativas para circulação são as vias que passam atrás
dos ministérios: S2 e N2, além das Avenidas L2 Norte e Sul.

A
Polícia Militar de Minas Gerais e de São Paulo afirmaram que o efetivo
será reforçado e haverá o acompanhamento do desenrolar das
manifestações, mas não divulgou o número de policiais empenhados e nem a
expectativa de manifestantes. correio brasiliense.

Campanha CLDF

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