Seminário mostrará relevância dos planos de bacia hidrográfica

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Será realizado na próxima terça-feira (12), a partir das 8h30, o seminário Subsídios dos Planos de Bacias Hidrográficas ao Planejamento Territorial do Distrito Federal. Marcado para o auditório do Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB), o evento apresentará o estado da arte da gestão de recursos hídricos do DF e os instrumentos de planejamento territorial existentes, como o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE-DF), e oferecerá subsídios para a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (Pdot).

Promovido pelos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) com apoio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da UnB e da Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema), o seminário tem como objetivo mostrar a relevância dos planos de bacia hidrográfica, importantes instrumentos da política de recursos hídricos do DF. Essa política preconiza que as bacias devem ser a unidade de planejamento territorial e ter articulação com a política ambiental, com o planejamento local e com o uso do solo e demais recursos naturais.

Segundo a coordenadora de Agência de Bacia Hidrográfica, Alba Ramos, o seminário atende à demanda dos CBH quanto à integração dos diferentes planos temáticos que devem observar a sustentabilidade dos recursos hídricos.

O seminário debaterá temas relevantes para os Planos de Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas distritais. Entre eles: situação hídrica no DF, mudanças climáticas, recarga de aquíferos, drenagem urbana, manejo de águas pluviais e planejamento urbano para cidades sustentáveis.

Comitês

Também conhecidos como “parlamentos das águas”, os Comitês de Bacias Hidrográficas são órgãos colegiados deliberativos integrantes do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Entre suas competências, o CBH arbitra conflitos pelo uso da água. No DF há três CBH: Afluentes do Rio Paranaíba, Afluentes do Rio Preto e Afluentes do Rio Maranhão.

O Distrito Federal está situado em áreas de nascentes, com rios de pequenas vazões que drenam para as três principais bacias brasileiras: Paraná, Tocantins-Araguaia e São Francisco. Tal característica compõe fator relevante para o planejamento de ocupação do limitado território do DF, que hoje já possui cerca de três milhões de habitantes e ainda é importante polo de atração migratória no país.

Com informações da Adasa

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