Secretaria de Cultura do DF passa por reestruturação administrativa

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O Governo do Distrito Federal publicou nesta terça-feira (07) a reforma administrativa da Secretaria de Cultura, que passa a se chamar Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A nova estrutura, proposta pelo titular da pasta, Adão Cândido, não implicou em mais custos para a administração pública, pelo contrário, gerou uma economia de quase R$ 75 mil mensais aos cofres públicos.





A reestruturação atende ao Decreto 39610, de 01 de janeiro de 2019, que determinou alterações na estrutura organizacional de algumas secretarias do DF, bem como exonerações e nomeações de servidores comissionados, com o objetivo de promover o ajuste fiscal e aperfeiçoar os serviços executados por cada unidade.





A nova estrutura da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal atende à proposta de trabalho integrado, focado em três pilares: gestão do patrimônio, difusão cultural e economia criativa. Desta forma, a pasta conta agora com as seguintes subsecretarias: Economia Criativa, Administração Geral, Patrimônio Cultural, Difusão e Diversidade Cultural e Fomento e Incentivo à Cultura.





O secretário Adão Cândido explica que o objetivo é otimizar o trabalho realizado, com vistas a fortalecer a cadeia produtiva no DF. “Nosso foco é desenvolver políticas públicas efetivas para o setor cultural, de maneira a fortalecer e consolidar a nossa produção”, explica.



Para agregar a nova estrutura, a Subsecretaria de Economia Criativa foi implantada com o objetivo principal de desenvolver e articular com as demais áreas do governo ações voltadas para valorização e aceleração de projetos culturais e criativos, além de implantar o empreendedorismo nas escolas, com capacitação profissional de jovens em áreas de vulnerabilidade social. Além disso, o fortalecimento da área permitirá a reativação do Conselho de Economia Criativa. “Essa iniciativa também valoriza a cadeia produtiva, grande geradora de emprego e renda na capital”, diz Cândido.





Com a mudança foram extintos 156 cargos comissionados no valor total de R$ 634.074,68, para a criação de outros 131 cargos. No total, houve redução de 25 cargos e economia de R$ 74.624,41 mensais.

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