Entrevistamos nesta quinta-feira (30/08), o candidato a deputado Distrital, Argentino Souto. Ele falou sobre a sua trajetória política em Brasília e nos contou sobre a situação que se encontra o DF.

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Entrevistamos nesta quinta-feira
(30/08), o candidato a deputado Distrital, Argentino Souto. Ele falou sobre a sua trajetória política em Brasília e
nos contou sobre a situação que se encontra o DF.

 Você chegou muito jovem ao DF, como surgiu seu interesse pela Política? E 
 como foi sua primeira atuação?



Argentino Souto nasceu no município de Teófilo Otoni em Minas
Gerais no ano de 1969, de família humilde se mudou para capital Federal logo
cedo onde criou raízes e aqui vive ate hoje.


 Cheguei em Brasília nos anos 80, com toda minha família. Comecei na
política 
muito cedo, primeiro elegemos meu irmão vereador na Cidade
Ocidental, no entorno. Depois foi uma sucessão de atividades na área
política. Cada trabalho me deu mais experiência e ensinamentos.
Trabalhei em Administrações Regionais, na Câmara Distrital, Câmara
Federal e hoje estou atuando no Senado Federal. Na minha trajetória no
serviço público, ainda quero trabalhar na Presidência da República
talvez um dia (risos).
se destacou pelo trabalho social
desenvolvido na região administrativa de São Sebastião e jardins
Mangueiral,
Acredito que a vontade de ajudar o próximo, é a maior causa de ter praticamente uma vida dedica à comunidade do DF e ao Brasil.
 quando se fala em ações culturais e sociais em São
Sebastião, logo vem seu nome em mente, qual o retorno que ações como
essas podem trazer para a sociedade?



 A cultura é sem sombra de dúvidas uma porta para uma sociedade melhor e
mais desenvolvida. Quando eu era gerente de cultura da Administração de
São Sebastião, desenvolvi vários projetos, focando principalmente, em
jovens e crianças, pois acredito que usando programas culturais podemos,
num médio prazo, mudar a vida de todos que participam daquele projeto
cultural e e atividades sociais que permitem inserção do indivíduo na
sociedade, contribuem na formação do cidadão, consciência de
coletividade e apreço pela honestidade, esse é o principal retorno. 

 Além de cultura, você também atua bastante na área de
segurança pública, quais mudanças atualmente você proporia para melhora a
segurança do DF?

 Segurança Pública é um tema complexo, envolve políticas de estado
voltadas para área social. Contudo, todos podemos ver que o sistema de
segurança pública em todo Brasil está falido. Nos temos duas meias
polícias que não compartilham informações e ao contrário do que vendem
por aí, a unificação não será uma solução. Porque?! Porque nenhuma
sociedade desenvolvida no mundo inteiro é refém de uma única polícia. 
Nos
precisamos que nossas polícias que são excelentes e tem profissionais
capacitados, possam realizar o ciclo completo de polícia. Posso
explicar, a polícia militar deve começar seu trabalho e termina-lo na
presença do juiz, não precisa de intermediários, da mesma forma a
polícia civil deve atuar ostensivamente e estar mais próxima da
comunidade e conhecer os fatos em sua origem. Novamente, quero afirmar,
essa é a realidade que acontece no mundo inteiro. 
Mais
um detalhe importante e essa observação vale para o Brasil inteiro, as
polícias devem conversar entre si, compartilhar informações e a
comunidade precisa entender que a polícia precisa de sua colaboração e
informações.

 Observando o DF de hoje e o de ontem, quais são suas perspectivas para o futuro da Capital Federal?



O DF, sem dúvidas foi no passado, um local excelente para se viver e
infelizmente, hoje não podemos dizer o mesmo. Nossa cidade acumulou
sucessivas administrações despreparadas com a gestão da coisa pública, o
resultado estamos todos vivendo e sofrendo hoje. 
A
primeira ação para mudar esse quadro calamitoso e montar uma estrutura
de governo composta por pessoas capazes e com formação necessária para
gerir a administração pública. Contudo, enxergo no horizonte um Distrito
Federal voltando a ser referência em saúde, segurança, qualidade de
vida no Brasil, mas que para isso acontecer será necessário termos
compromisso com nosso “quadradinho” e termos gestores de verdade.

 Como foi trabalhar no Senado Federal, assessorando um
Senador da república? É possível ainda assim ter contato com o cidadão
brasiliense?



 Trabalhei com o Senador Hélio por um bom tempo e aprendemos bastante
naquela casa (senado). Eu saia todos os dias em campo, para entender
qual a necessidade de nossa população e levar até o senador, que sempre
atende nossas solicitações. Gostava de dizer que não trabalho no senado,
trabalhava para o povo e com o povo. 

 Porque ser candidato a Deputado Distrital?


 


 Quem realmente diz se eu sou candidato mesmo é a população, pois de
maneira alguma eu seria candidato de mim mesmo. 
Trabalho
todos os dias com a intenção de melhorar a qualidade de vida de nossos
brasilienses, e as pessoas que nós ajudamos é que de maneira muito
contundente nos fazem acreditar que podemos somar forças por um DF
melhor. Elas sim, referendarao minha candidatura e nos fazem trabalhar
por um DF melhor. Eu não gosto de pedir votos, mas humildemente peço sua
ajuda, dia 07 de outubro vote 90.197, eu sou Argentino Souto, sou do
Bem, sou a força da segurança!


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