Caesb volta a estudar o uso do volume morto

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O uso do volume morto é uma opção para a época de estiagem no DF.

Descartada no ano passado, Caesb volta a estudar o uso do volume morto do Descoberto no Distrito Federal. A reserva equivale a 9% do manancial e a proposta da obra é de 9,3 milhões e esse valor seria repassado para os consumidores na conta de água.


O volume morto é a água que fica abaixo do ponto de captação e tem qualidade inferior e ela é usada apenas em crises hídricas. 


Essa reserva tem a capacidade de abastecer o DF por apenas 30 dias, diferente ao Cantareira que foi usado para abastecer São Paulo por 535 dias entre junho de 2014 e dezembro de 2015.


A Caesb afirmou que “Várias medidas estão sendo adotadas, como a redução do consumo e de perdas de água no sistema e a construção de novas fontes de captação de água para abastecimento. A reserva de recursos da tarifa de contingência é uma medida preventiva, caso ocorram situações adversas no futuro.” (Correio Braziliense).




Equipe JM.







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